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Content ID: PR_WCS01_UCM01058374

Conjunto de Vinhos José Maria da Fonseca

Aproveite as Soluções de Crédito BPI e não perca a oportunidade de adquirir um conjunto de vinhos da empresa José Maria da Fonseca, que inclui vinhos da Península de Setúbal, Alentejo e os incomparáveis Moscatéis de Setúbal, lançado exclusivamente em parceria com o BPI.

Conjunto de Vinhos José Maria da FonsecaZoom

Conjunto de Vinhos José Maria da Fonseca

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Conjunto de Vinhos José Maria da Fonseca

Hexagon Tinto 2009Zoom

Hexagon Tinto 2009

Hexagon Branco 2015Zoom

Hexagon Branco 2015

Periquita Superyor Tinto 2015Zoom

Periquita Superyor Tinto 2015

José de Sousa Mayor Tinto 2015Zoom

José de Sousa Mayor Tinto 2015

Puro Talha Tinto 2015Zoom

Puro Talha Tinto 2015

J de José de Sousa Tinto 2015Zoom

J de José de Sousa Tinto 2015

Domingos Soares Franco Colecção Privada Moscatel Roxo 1997Zoom

Domingos Soares Franco Colecção Privada Moscatel Roxo 1997

Alambre Moscatel de Setúbal 10 AnosZoomOferta

Alambre Moscatel de Setúbal 10 Anos

Alambre Moscatel de Setúbal 20 AnosZoomOferta

Alambre Moscatel de Setúbal 20 Anos

Aguardente EspíritoZoomOferta

Aguardente Espírito

O Conjunto de Vinhos José Maria da Fonseca é constituído por 13 garrafas de vinho + 3 garrafas de oferta, sendo apresentado numa caixa personalizada de madeira.

  • 2 Hexagon Tinto 2009 (75 Cl)
  • 2 Hexagon Branco 2015 (75 Cl)
  • 2 Periquita Superyor Tinto 2015 (75 Cl)
  • 1 José de Sousa Mayor Tinto 2015 (75 Cl)
  • 2 Puro Talha Tinto 2015 (75 Cl)
  • 2 J de José de Sousa Tinto 2015 (75 Cl)
  • 2 Domingos Soares Franco Colecção Privada Moscatel Roxo 1997 (75 Cl)

 

Condições de Financiamento

O produto só pode ser adquirido com o seu Cartão de Crédito BPI (Particular ou Empresa).

A TAEG/TAE é variável em função do Cartão de Crédito BPI utilizado para pagamento.

Cartão BPI - TAEG 13,7%, TAN 10,5%, anuidade € 20. Cartão BPI Gold - TAEG 16,1%, TAN 11,3%, anuidade € 50. Cartão Premier - TAEG 12,7%, TAN 9,75%, anuidade € 29,97.
Cartão BPI Prémio - TAEG 14,5%, TAN 12,2%, anuidade € 14. Cartão BPI Campeões - TAEG 14,6%,TAN 12,6%, anuidade € 12,50. Cartão FC Porto - TAEG 14,6%, TAN 12,6%, anuidade € 12,50.
Cartão ACP Master - TAEG 13,2%, TAN 9,4%, anuidade € 24. Cartão BPI Zoom - TAEG 14,5% a 16,1%, TAN 10,6% a 13,2%, anuidade € 10 para Não Clientes BPI.

TAEG calculadas para uma utilização de crédito de € 1.500 (excepto para o Cartão BPI Gold e para o Cartão Premier, em que o exemplo é de € 2.500), para as anuidades acima referidas e reembolso em 12 prestações iguais de capital, acrescidas de juros às TAN acima referidas e dos impostos legais em vigor. A taxa de juro é calculada com base em 360 dias, sem arredondamento.

Cartão BPI Business e BPI Corporate TAE versões Classic: 18,9%, TAN 16%, anuidade € 20, TAE versões Gold: 20,5%, TAN 16%, anuidade € 37,50. TAE calculada, para um exemplo de crédito de € 1.500, TAN e anuidades referidas, prazo de 12 meses e reembolso único no final do prazo, nos termos do DL 220/94. A taxa de juro é calculada com base em 360 dias, sem arredondamento.

O valor do PVP será processado como uma transacção de compra no extracto do seu cartão de crédito e o pagamento será realizado de acordo com a modalidade de pagamento definida.

O BPI reserva-se o direito de não processar o pedido, caso o seu cartão não se encontre em situação regular.

Campanha limitada ao stock existente.

PVP: € 395,00

Outras Características

Hexagon Tinto 2009

São seis as gerações de descendentes do senhor José Maria da Fonseca e são seis as castas que o compõem: Touriga Francesa, Touriga Nacional, Syrah, Trincadeira, Tinto Cão, e Tannat. O casamento destas seis castas confere ao vinho uma complexidade única, bem como uma cor rubi intensa e um aroma denso e fechado. É um tinto com os taninos muito bem integrados e um longo final de boca. O Hexagon, o vinho "topo de gama" da José Maria da Fonseca, é o culminar de todo um trabalho efectuado na vinha e na adega e a celebração do conceito "Novo Mundo" desenvolvido pelo enólogo Domingos Soares Franco, que há muito queria fazer um grande vinho português ao melhor estilo e nível internacional.

Seis Lados, Seis Castas, Seis Gerações: um Topo de Gama da José Maria da Fonseca. 

  • Classificação: Vinho Regional Península de Setúbal
  • Castas: Touriga Nacional (35%), Touriga Francesa (17%), Syrah (15%), Trincadeira (13%), Tinto Cão (10%), Tannat (10%)
  • Notas de Prova:
    Cor: Vermelho algo profundo com laivos acastanhados.
    Aroma: Frutos azuis (mirtilos, amoras), violetas, madeira de carvalho, mineral, elegante, suave.
    Paladar: Frutado, muito equilibrado, redondo, boa estrutura, elegante, boa acidez, taninos suaves.
    Final de Prova: Longo
  • Notas de Vinificação: As uvas são pisadas num lagar em inox no qual são fermentadas a uma temperatura de 27ºC durante +/- 6 dias. A fermentação alcoólica acaba nos cascos de carvalho onde o vinho permanece em cima de borras finas por volta de 3 meses. Durante este período é feita a bâtonnage. A seguir à primeira trasfega o vinho regressa aos mesmos cascos. No final deste estágio que leva o tempo necessário, é efectuada mais uma trasfega seguindo-se de imediato o engarrafamento, sem filtração ou estabilização.
  • Notas de Estágio: O vinho estagiou em meias pipas novas de carvalho francês durante 12 meses.
  • Teor de Álcool: 14%
  • Referências/Prémios:
    Colheita 2009
    Prémio Melhores de Portugal da região da Península de Setúbal
    Revista de Vinhos "Os Melhores do Ano 2015"

    Colheita 2008
    Revista Wine: 18 pts
    Revista de Vinhos: 17,5 pts

    Colheita 2007
    Wine Advocate Magazine, Mark Squires: 89 pts
    Revista de Vinhos: 17,5 pts
    Wine: 18 pts

    Colheita 2005
    Wine: 18 pts

    Colheita 2003
    Wine Advocate Magazine: 89 pts

 

Hexagon Branco 2015

O Hexagon, o branco "topo de gama" da José Maria da Fonseca, é o culminar de todo um trabalho efectuado na vinha e na adega e a celebração do conceito "Novo Mundo" desenvolvido pelo enólogo Domingos Soares Franco, que há muito queria fazer um grande vinho português ao melhor estilo e nível internacional.

O Topo de Gama Branco da José Maria da Fonseca.

  • Classificação: Vinho Regional Península de Setúbal
  • Castas: Alvarinho (22%), Verdelho (7%), Viosinho (36%) e Antão Vaz (35%).
  • Notas de Prova:
    Cor: Amarelo palha
    Aroma: Madresilva, banana, meloa, madeira de carvalho muito suave. Nariz elegante com alguma complexidade e fino.
    Paladar: Frutado, boa acidez, equilibrado, elegante e cheio.
    Final de Prova: Médio
  • Notas de Vinificação: Parte em meias pipas de 2º ano de carvalho francês.
  • Notas de Estágio: Parte envelheceu 3 meses em carvalho francês de 2º ano.
  • Teor de Álcool: 12,4%
  • Referências/Prémios:
    Colheita 2014
    Classificado pela Revista de Vinhos em Fevereiro de 2016, na atribuição dos Prémios "Melhores do Ano 2015", como um dos Melhores de Portugal da Região da Península de Setúbal.

    Colheita 2013:
    Classificado como um dos "Melhores do Ano" no Guia de Vinhos de Portugal pelo crítico João Paulo Martins.

 

Periquita Superyor Tinto 2015

A história do Periquita remonta ao início da própria história da José Maria da Fonseca, quando o fundador da empresa, o Senhor José Maria da Fonseca comprou, por volta de 1846, a propriedade Cova da Periquita. Foi nessa propriedade, hoje em dia quase engolida pelo desenvolvimento urbano, que José Maria da Fonseca plantou as primeiras uvas da casta Castelão, que ele próprio havia trazido da província do Ribatejo.

O vinho produzido na Cova da Periquita desde logo provou ser o melhor da região dando origem a que os outros proprietários pedissem a José Maria da Fonseca varas daquela casta para plantarem nas suas próprias propriedades. Desta forma, o vinho tornou-se conhecido em Azeitão como o vinho da Periquita, passando a ser comercializado pela José Maria da Fonseca como Periquita.

O Expoente máximo do Castelão Francês

  • Classificação: Vinho Regional Península de Setúbal
  • Castas: Castelão (96%), Cabernet Sauvignon (2%), Tinta Francisca (2%).
  • Notas de Prova:
    Cor: Vermelho com ligeiro acastanhado
    Aroma: Frutos vermelhos (cereja, framboesa, groselha). Madeira de carvalho, suave, elegante e complexo.
    Paladar: Frutado, com estrutura, suave, equilibrado, boa acidez e bons taninos.
    Final de Prova: Longo
  • Notas de Vinificação: Fermentado em lagares de 3.000 kg, com algum engaço, a 28ºC.
  • Notas de Estágio: 10 meses em cascos novos de carvalho francês.
  • Teor de Álcool: 13,8%
  • Referências/Prémios:
    Colheita 2009
    Prémios W 2013 – considerado o melhor tinto pelo crítico de vinhos Aníbal Coutinho
    Revista de Vinhos: 17,5 pts

    Colheita 2008:
    Wine Advocate Magazine, Mark Squires: 90 pts
    Revista de Vinhos – Prémio de Excelência "Os melhores de 2010"
    Revista Wine: 17 pts
    Revista Fugas: 9 pts (em 10).

 

José de Sousa Mayor Tinto 2015

A Adega José de Sousa Rosado Fernandes existe desde 1878 e foi adquirida pela José Maria da Fonseca em 1986, de forma a ser concretizado o antigo sonho de produzir vinho no Alentejo, numa propriedade carregada de prestígio e história.
Situada em Reguengos de Monsaraz, é aqui que se mantém viva uma tradição iniciada pelos Romanos há mais de 2000 anos. A adega José de Sousa possui 114 ânforas de barro, onde é realizado um método de fermentação ancestral.

VINHO DE TALHA
Na adega José de Sousa ainda são utilizadas algumas técnicas ancestrais de vinificação, sendo a mais emblemática a utilização da talha na fermentação das uvas.
O essencial da vinificação em talha pouco mudou nos últimos séculos.

Este vinho foi criado com a intenção de reproduzir o Tinto Velho de 1940 da Casa Agrícola de José de Sousa Rosado Fernandes.

  • Classificação: Vinho Regional Alentejo
  • Castas: Grand Noir (58%), Trincadeira (30%) e Aragonês (12%)
  • Notas de Prova:
    Cor: Vermelho com laivos acastanhados.
    Aroma: Tâmaras, chá verde, figos secos, um pouco de menta, madeira de carvalho bem integrada.
    Paladar: Frutado, macio, elegante, taninos suaves.
    Final de Prova: Longo
  • Notas de Vinificação: Neste processo, as uvas tintas previamente pisadas a pé são desengaçadas à mão numa mesa chamada "mesa de ripanço". Depois, parte do mosto, das películas e 30% do engaço são fermentados nas talhas de barro. O restante é fermentado em lagares. O uso das talhas confere especiarias e uma terceira dimensão ao vinho.
  • Notas de Estágio: Após a fermentação, o vinho tem uma maceração pelicular de 4 semanas, seguido do qual estagia 9 meses em cascos de madeira nova de carvalho francês.
  • Teor de Álcool: 14,1%
  • Referências/Prémios:
    Colheita 2014
    Revista de Vinhos - "Melhor da Região"

    Colheita 2012:
    Vinhos de Portugal 2106 - "Melhor Vinho Tinto do Ano"

 

Puro Talha Tinto 2015

A Adega José de Sousa Rosado Fernandes existe desde 1878 e foi adquirida pela José Maria da Fonseca em 1986, de forma a ser concretizado o antigo sonho de produzir vinho no Alentejo, numa propriedade carregada de prestígio e história.
Situada em Reguengos de Monsaraz, é aqui que se mantém viva uma tradição iniciada pelos Romanos há mais de 2000 anos. A adega José de Sousa possui 114 ânforas de barro, onde é realizado um método de fermentação ancestral.

Vinho de Talha
Na adega José de Sousa ainda são utilizadas algumas técnicas ancestrais de vinificação, sendo a mais emblemática a utilização da talha na fermentação das uvas.
O essencial da vinificação em talha pouco mudou nos últimos séculos.

O uso das talhas confere especiarias e uma terceira dimensão ao vinho.

  • Classificação: DOC Vinho Regional Alentejo
  • Castas: Grand Noir (50%), Trincadeira (30%) e Aragonês (10%) e Moreto (10%).
  • Notas de Prova:
    Cor: Vermelho acastanhado.
    Aroma: Frutos secos, especiarias (pimenta preta, cravinho), barro, licoroso mas não oxidado.
    Paladar: Robusto, seco, boa acidez, muito equilibrado, taninos presentes mas suaves.
    Final de Prova: Longo e persistente.
  • Notas de Vinificação: O essencial da vinificação em talha pouco mudou em mais de dois mil anos. Neste processo, as uvas tintas previamente esmagadas a pé são desengaçadas à mão numa mesa de ripanço. A fermentação ocorre com 30% do engaço, em talhas com capacidade média de 1.600 litros a uma temperatura que ronda os 28ºC, sendo controlada por regas das talhas 4 vezes ao dia. A fermentação demora aproximadamente 8 dias, ficando o vinho em maceração pós fermentativa até Novembro
  • Notas de Estágio: Após a prensagem das massas, parte estagia em talhas por um período que ronda os 16 meses em que se usa uma película de azeite para prevenir oxidações. A outra parte estagia em cascos de 500 litros de castanho. Ao mesmo tempo, fermentou-se numa "tarefa" (talha pequena com capacidade de 300 litros) o resto do engaço com um pouco de mosto. Chama-se a este produto o vinho de ripanço por ser o resultado desta técnica ancestral de desengace manual. Este vinho é usado no lote final como "sal e a pimenta".
  • Teor de Álcool: 12,5%

 

J de José de Sousa Tinto 2015

A Adega José de Sousa Rosado Fernandes existe desde 1878 e foi adquirida pela José Maria da Fonseca em 1986, de forma a ser concretizado o antigo sonho de produzir vinho no Alentejo, numa propriedade carregada de prestígio e história.
Situada em Reguengos de Monsaraz, é aqui que se mantém viva uma tradição iniciada pelos Romanos há mais de 2000 anos. A adega José de Sousa possui 114 ânforas de barro, onde é realizado um método de fermentação ancestral.

Vinho de Talha
Na adega José de Sousa ainda são utilizadas algumas técnicas ancestrais de vinificação, sendo a mais emblemática a utilização da talha na fermentação das uvas.
O essencial da vinificação em talha pouco mudou nos últimos séculos.

  • Classificação: Vinho Regional Alentejo
  • Castas: Grand Noir (63%), Touriga Francesa (27%) e Touriga Nacional (10%).
  • Notas de Prova:
    Cor: Vermelho com ligeiro acastanhado.
    Aroma: Madeira de carvalho, tâmaras, folha de tabaco, cassis e amoras, elegante e fino.
    Paladar: Carvalho, frutado, austero, equilibrado, boa acidez e bons taninos.
    Final de Prova: Longo.
  • Notas de Vinificação: Neste processo, as uvas tintas previamente pisadas a pé são desengaçadas à mão numa mesa chamada "mesa de ripanço". Depois, parte do mosto, das películas e 30% do engaço são fermentados nas talhas de barro. O restante é fermentado em lagares. O uso das talhas confere especiarias e uma terceira dimensão ao vinho.
  • Notas de Estágio: Após a fermentação, o vinho tem uma maceração pelicular de 4 semanas, seguido do qual estagia em cascos de carvalho francês.
  • Teor de Álcool: 13,2%
  • Referências/Prémios:
    Colheita 2011
    Revista Wine: 18 pts
    Revista de Vinhos – Prémio de Excelência Best of 2015

 

Domingos Soares Franco Colecção Privada Moscatel Roxo 1997

Domingos Soares Franco, é o representante mais novo da sexta geração da família, que desde a fundação preside aos destinos da José Maria da Fonseca. Para além de vice-presidente, é o enólogo desta casa, e por isso referência incontornável no panorama vitivinícola da região e do país.

Embora assine todos os vinhos da José Maria da Fonseca, existem uns que reserva para si como especiais. Traduzem o seu espírito criador, a paixão que sente pela viticultura e enologia, e a influência que tem do Novo Mundo. Chamou-lhes Domingos Soares Franco – Colecção Privada.

Com o mesmo entusiasmo e paixão com que tem desenvolvido as suas experiências enológicas, Domingos Soares Franco volta a apresentar o Colecção Privada Moscatel Roxo Rosé 1997. Trata-se de uma uva bastante rara, que chegou a correr riscos de extinção. Apesar de se poder considerar similar à sua homónima branca, a sua aparência é bem diferente em virtude da sua cor roxa, aroma e paladar.

  • Classificação: DOC Moscatel Roxo (Península de Setúbal)
  • Castas: Moscatel Roxo (100%)
  • Notas de Prova:
    Cor: Dourado com fundo avermelhado e aurela ligeiramente verde.
    Aroma: Frutado – mel, meloa, alperce, tangerina, alguns frutos secos.
    Paladar: Muito frutado, "meloso", cheio, redondo, boa acidez, taninos ligeiramente presentes mas muito suaves.
    Final de Prova: Muito longo.
  • Notas de Vinificação: Paragem da fermentação com aguardente vínica, ficando as películas em maceração até Fevereiro/Março do ano seguinte.
  • Notas de Estágio: Em cascos de madeira usada. Sem estágio de garrafa pois não evolui após o engarramento.
  • Teor de Álcool: 18%
  • Prémios / Referências:
    Colheita 2005:
    Wine Advocate: 88 pts

    Colheita 2004:
    Revista de Vinhos: 17 pts / Competição
    Internacional "Muscats du Monde 2013" – Medalha de Prata

    Colheita 2001:
    "Os Melhores de 2010" da Revista de Vinhos - Prémio Melhores de Portugal em Moscatel de Setúbal

    Colheita 1999:
    X Edição do Concurso de Vinhos da Península de Setúbal 2010 - Medalha de Ouro Vinhos Generosos

    Colheita 1998:
    Decanter Wine Awards 2008 - Medalha de Prata / VIII Edição do Concurso de Vinhos da Península de Setúbal 2008 - Melhor Vinho do Concurso

 

Alambre Moscatel de Setúbal 10 Anos - Oferta

Moscatel de Setúbal é um vinho generoso com Denominação de Origem Controlada (D.O.C), reconhecida desde 1907. No entanto, a José Maria da Fonseca é produtora de Moscatel de Setúbal desde 1834 o que possibilita ter um património inédito de vinhos moscatéis.

  • Classificação: D.O.C. Moscatel de Setúbal
  • Castas: Moscatel de Setúbal
  • Notas de Prova:
    Cor: Dourado carregado.
    Aroma: Casca de laranja, alperce, nozes, mel e erva doce.
    Paladar: Tosta e fruta. Macio.
    Final de Prova: Muito longo
  • Notas de Vinificação: A fermentação é parada com a adição de aguardente neutra mantendo-se o vinho em maceração pelicular durante 5 meses. Após este período é feita a sangra que posteriormente é loteada com o vinho de prensa.
  • Notas de Estágio: Este lote de 10 anos varia entre 10 a 15 anos de envelhecimento em pipas ou tonéis de madeira usada.
  • Teor de Álcool: 17,5%

Alambre Moscatel de Setúbal 20 Anos - Oferta

Moscatel de Setúbal é um vinho generoso com Denominação de Origem Controlada (D.O.C), reconhecida desde 1907. O Alambre 20 Anos é elaborado a partir da casta Moscatel, que é um tipo de uva que prima pelo seu carácter frutado, melado com aroma a fruta tropical, diferenciando os vinhos moscatéis de qualquer outro tipo de vinho. Este vinho é um lote de 9 colheitas em que a colheita mais nova tem pelo menos 30 anos e a mais antiga perto de 105 anos, resultando num vinho complexo, aromático, elegante com um longo final de prova. Da produção anual de Moscatel de Setúbal, uma parte é destinada ao envelhecimento mais prolongado em cascos de madeira usada, que podem ser visitados na Adega dos Teares Velhos, na Casa Museu, em Vila Nogueira de Azeitão.

  • Classificação: D.O.C. Moscatel de Setúbal
  • Castas: Moscatel de Setúbal
  • Notas de Prova:
    Cor: Âmbar
    Aroma: Laranja cristalizada, café, caramelo, avelãs e alecrim
    Paladar: Frutado e macio
    Final de Prova: Muito longo
  • Notas de Vinificação: Após a recepção das uvas na adega, é analisado o grau provável das mesmas, de maneira a que a adição de aguardente seja efectuada no momento ideal.
    Devido à tradição, o contacto pelicular é de 5 meses. Em Março, as massas são prensadas, e o vinho que daqui resulta é lotado com o vinho lágrima.
  • Notas de Estágio: Em pipas ou tonéis de madeira usada. Sem estágio de garrafa pois não evolui após o engarrafamento.
  • Teor de Álcool: 18%
  • Referências/Prémios:
    The Drinks Business - Global Fortified Masters Results – Medalha de Prata
    XIII Edição do Concurso de Vinhos da Península de Setúbal 2013 - Medalha de Ouro
    XI Edição Concurso de Vinhos da Península de Setúbal 2011 - Medalha de Ouro
    Prova Grandes Vinhos Fortificados, Tim Atkin: 92 pts
    X Edição Concurso de Vinhos da Península de Setúbal 2010 - Medalha de Ouro
    Vinordic Wine Challenge Prize 2010 - Gold Trophy e Best Value

 

Aguardente Espírito - Oferta

A José Maria da Fonseca tem uma tradição de mais de um século na preparação, envelhecimento e engarrafamento de aguardentes de qualidade. No século passado essas aguardentes tornaram-se conhecidas sob a marca "Cognac Moscatel" e foram premiadas com medalhas de ouro em várias exposições internacionais. Mais tarde, passou a chamar-se Aguardente Espírito, produzida a partir da casta Moscatel, que lhe confere uma elegância e delicadeza únicas.

  • Classificação: Aguardente Vínica
  • Castas: Moscatel de Setúbal
  • Notas de Prova:
    Cor: Topázio
    Aroma: Moscatel, madeira, nozes.
    Paladar: Frutado, frutos secos
    Final de Prova: Longo
  • Notas de Estágio: Entre 40 e 50 anos em madeira de carvalho usada.
  • Teor de Álcool: 38%
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