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Eu Quero Planear a Reforma | Banco BPI

Eu Quero Planear a Reforma | Banco BPI

Comece a planear a sua reforma, com o BPI, de forma simples e gradual.

 

Planear a Reforma

Será que está preparado para viver com pensões de reforma substancialmente inferiores ao último salário?

Programe desde já a sua reforma e planeie as suas poupanças de forma a assegurar a qualidade de vida que deseja tendo em conta os objectivos pretendidos.


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A importância de planear a Reforma

Para manter na reforma o nível de rendimentos que aufere no final da vida activa é essencial saber com a devida antecedência quanto iremos usufruir de Pensão de Reforma.

Os actuais sistemas de cálculo das pensões de reforma indicam uma quebra significativa dos rendimentos na Reforma face aos rendimentos anteriores. Por outro lado, pode haver regalias que não serão consideradas para cálculo da pensão, como complementos salariais, viatura de serviço e combustível, seguros de saúde e prémios que provavelmente perderemos no momento em que deixarmos a vida activa.

O Planeamento da Reforma assume cada vez mais um papel determinante nas opções de vida da população activa, dado que só uma atempada programação e disciplina de poupança permitirá assegurar a qualidade de vida desejada aquando da reforma.

Planeie desde já a sua reforma e estime os valores que pode poupar tendo em conta os seus rendimentos e despesas mensais.

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Porquê começar mais cedo?

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Nota

Deve-se ter em atenção que estes valores são meramente exemplificativos e que quaisquer valores de rentabilidade divulgados são meramente indicativos, não consistindo um indicador confiável dos resultados futuros. As rentabilidades indicadas não consideram o benefício da dedução à colecta de IRS nem o imposto sobre os rendimentos devido no resgate. As rentabilidades apresentadas não consideram comissões de gestão e de depositário e excluem eventuais comissões de resgate. O tratamento fiscal depende das condições de cada produto e das circunstâncias individuais de cada Cliente e está sujeito a alterações.

 

Benefícios Fiscais Associados

Pode deduzir ao rendimento colectável sujeito a IRS, o investimento anual em PPR até ao máximo de 20% das entregas anuais, de acordo com o seguinte quadro:

Dedução à colecta de PPR 20% do valor investido. À dedução de entregas para PPR aplicam-se os seguintes limites em função da idade do sujeito passivo:
  • Até 35 anos: €400;
  • Entre 35 e 50 anos: €350;
  • Mais de 50 anos: €300.

 

A dedução à colecta do montante investido em PPR está dependente da imobilização da entrega por um período mínimo de 5 anos, independentemente do tipo de reembolso em causa.

O limite global de deduções à colecta do sujeito passivo, que inclui os montantes do quadro acima (entregas em PPR), bem como os Prémios com Seguros de Saúde e outras despesas (Ex. Encargos com reabilitação de imóveis), de acordo com os seguintes limites:

Escalões Rendimento Limites*
até €7.091 Sem Limite
De €7.091 a €80.640 €1.000 + [(€2.500 - €1.000) x [(€80.640 - Rendimento Colectável)/(€80.640 - €7.091)]]
Mais de €80.640 €1.000

* Para o limite global de deduções à colecta, concorrem as despesas de saúde e com seguros de saúde, educação e formação, à exigência de factura, encargos com lares, encargos com imóveis, pensões de alimentos e benefícios fiscais (que passam a concorrer para o limite geral de deduções à colecta, deixando de ter um limite autónomo e incluem: certificados de reforma, entregas para PPR, prémios de seguros de saúde, encargos com reabilitação de imóveis, cooperativas de habitação e investimentos em capital de risco). Nos agregados com 3 ou mais dependentes a cargo, estes limites são majorados em 5% por cada dependente ou afilhado civil que não seja sujeito passivo.

Notas

Reformados: Com a aprovação do Orçamento de Estado para 2007, deixam de poder ser deduzidas à Colecta de IRS os valores aplicados em PPR pelos sujeitos passivos após a data da sua passagem à reforma (Lei nº 53-A/2006, de 29/12).

As aplicações efectuadas em PPR por sujeitos passivos que não trabalham (por exemplo domésticas), e que são casados e não separados judicialmente de pessoas e bens com sujeitos passivos já reformados, são dedutíveis à colecta nos termos previstos no nº 2 do art. 21º do Estatuto dos Benefícios Fiscais.
Não Residentes: Os Clientes Não Residentes, que não apresentem declaração de rendimentos em Portugal não se encontram enquadrados nas deduções à colecta supra enunciadas.