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Emergência Alimentar angariou mais de 1,4 milhões de euros

Iniciativa promovida pelo BPI | Fundação "la Caixa" e a RTP mobilizou donativos privados e de empresas e instituições que se associaram à campanha.

Emergência Alimentar angariou mais de 1,4 milhões de euros | Banco BPI

Emergência Alimentar angariou mais de 1,4 milhões de euros | Banco BPI

Iniciativa promovida pelo BPI | Fundação "la Caixa" e a RTP mobilizou donativos privados e de empresas e instituições que se associaram à campanha.

  • Iniciativa promovida pelo BPI | Fundação "la Caixa" e a RTP mobilizou donativos privados e de empresas e instituições que se associaram à campanha.
  • Conta solidária já regista mais de 1,1 milhões de euros. Várias entidades internacionais assumiram o compromisso de contribuir com mais 300 mil dólares.
  • Montante angariado vai assegurar a distribuição de alimentos básicos a milhares de famílias portuguesas afetadas pela crise da pandemia de Covid-19.
  • Várias empresas e instituições apoiaram esta campanha com donativos, entre as quais, o BPI | Fundação "la Caixa", a TEAK Capital, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Banco de Desenvolvimento da América Latina, a Tabaqueira e o Esporão. 

A Rede de Emergência Alimentar, desenvolvida pela ENTRAJUDA e assente nos Bancos Alimentares a ela aderentes, angariou na última semana 1,4 milhões de euros em donativos para disponibilizar alimentos básicos a milhares de famílias portuguesas afetadas pela crise da pandemia de Covid-19. Este montante inclui 1,1 milhões de euros da campanha "Emergência Alimentar" promovida pelo BPI | Fundação "la Caixa" e a RTP, a que se soma o compromisso de várias entidades internacionais de doar mais 300 mil dólares nos próximos dias.

O objetivo desta ação solidária é responder, de forma excecional, à emergência social que resulta da crise sanitária. Só no último mês, mais de 16 mil famílias pediram apoio direto ao Banco Alimentar.

"A adesão a esta campanha foi uma extraordinária demonstração de solidariedade", refere a Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome e da ENTRAJUDA, Isabel Jonet, que fez questão de expressar um "agradecimento aos milhares de doadores, voluntários e empresas e instituições que apoiaram a Rede de Emergência Alimentar ".

A campanha foi amplamente difundida pela RTP (televisão e rádio), originando milhares de donativos privados.

Em paralelo, o BPI e a Fundação "la Caixa" mobilizaram o apoio de particulares, empresas e instituições que responderam positivamente ao apelo de Isabel Jonet. Em conjunto, o BPI | Fundação "la Caixa", a TEAK Capital (holding da família de Carlos Moreira da Silva), a Fundação Calouste Gulbenkian, o Banco de Desenvolvimento da América Latina, a Tabaqueira e o Esporão contribuíram com um montante total de mais de 800 mil euros.

A Federação Portuguesa de Futebol e a Fundação do Futebol também se associaram à divulgação desta iniciativa. A campanha foi desenvolvida pela agência de publicidade Winicio. As operadoras Meo, Nos e Vodafone abdicaram de qualquer receita da linha de valor acrescentado para angariação de donativos, em favor da Rede de Emergência Alimentar.
 

Como funciona a Rede de Emergência Alimentar

Em termos práticos, a Rede de Emergência Alimentar permite a inscrição das necessidades (pelos próprios, familiares, amigos ou quaisquer outros) numa plataforma informática, facilitando o encaminhamento para um ponto de entrega de alimentos próximo da sua residência (IPSS ou autarquia que faça a acreditação/referenciação). Um corpo de voluntários, devidamente protegidos, realizarão em horário e local definidos o transporte das refeições confecionadas ou dos produtos para os pontos de entrega ou para as residências das pessoas carenciadas mais fragilizadas, garantindo o abastecimento e envolvendo as estruturas já existentes e canais já montados.

Antes da crise pandémica, os Bancos Alimentares, presentes em 21 pontos do país, apoiavam 380 mil pessoas, através de parcerias com para mais de 2.600 instituições acompanhadas na sua atividade. A estas, acrescem hoje mais 60.000 pessoas afetadas pela Covid-19, num apoio alimentar prestado a mais de 4% da população portuguesa.