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Portugueses escolhem o BPI como Banco de Confiança pelo 8º ano consecutivo

O BPI reuniu a preferência de 54% dos inquiridos superando por larga margem a segunda marca bancária mais referida

Portugueses escolhem o BPI como Banco de Confiança pelo 8º ano consecutivo | BancoBPI

Portugueses escolhem o BPI como Banco de Confiança pelo 8º ano consecutivo | BancoBPI

O BPI reuniu a preferência de 54% dos inquiridos superando por larga margem a segunda marca bancária mais referida

O BPI foi eleito, pelo 8.º ano consecutivo, a marca bancária de maior confiança dos portugueses no estudo das Selecções do Reader’s Digest que elege anualmente as "Marcas de Confiança" em 60 categorias de produtos e serviços. Os portugueses avaliaram atributos como a qualidade do serviço, relação custo-benefício e atenção ao Cliente.

Na 21.ª edição do estudo, o BPI obteve a preferência de 54% dos inquiridos – metodologia de pergunta aberta - superando significativamente os resultados alcançados pelas restantes marcas bancárias – a entidade que ficou em 2.º lugar registou apenas 15% das preferências.
O estudo revela também que o BPI lidera na preferência das "famílias com crianças no lar", responsáveis por 54% dos votos no Banco. O concorrente mais próximo nesta categoria registou um peso de famílias com crianças de apenas 26%.
 
Dos inquiridos que preferiram o BPI, 78% são Clientes do Banco, o que revela satisfação com a melhoria contínua e a inovação dos serviços prestados. Os resultados do inquérito mostram igualmente que a média de idades dos inquiridos que votaram no BPI é de 43 anos. São menos 16 anos face à média de idades dos inquiridos que votaram na entidade que ficou em 2º lugar (59 anos).

Criado em 2001, o estudo "Marcas de Confiança" tem como objetivo medir o grau de confiança que os consumidores depositam nas marcas, uma avaliação que permite às empresas perceberem a forma como os Clientes percecionam os seus negócios e, em simultâneo, aferir o seu índice de fidelidade.
O estudo foi realizado entre 14 de setembro e 30 de novembro de 2020, a partir de um inquérito de pergunta aberta aos leitores das Selecções Reader’s Digest, numa amostra de 12.000 portugueses.