A agência internacional de rating Moodyâs subiu hoje em dois níveis a notação de rating da dívida de longo prazo do Banco BPI, de Ba1 para Baa2, atingindo a classificação de investimento ("investment grade"). A Moodyâs subiu também em dois níveis a notação de rating dos depósitos de longo prazo, já previamente com classificação de investimento, de Baa3 para Baa1. O "Outlook" (perspetivas de evolução) dos ratings dos depósitos e da dívida de longo prazo é "Estável".
A Moodyâs melhorou também as notações atribuídas à dívida de curto prazo de "Not prime" para "Prime-2" e aos depósitos de curto prazo de "Prime-3" para "Prime-2".
A Moodyâs destaca o reforço dos níveis de capitalização do Banco, os bons indicadores de qualidade de risco de crédito, significativamente melhores que a média do sector, e a melhoria dos níveis de rentabilidade na atividade doméstica. A Moodyâs refere ainda que a avaliação de rating reflete a sólida posição de mercado e os níveis adequados de liquidez do Banco.
Pablo Forero, Presidente Executivo do BPI, destaca que "com a notação de rating agora atribuída pela Moodyâs, o Banco BPI passa a deter a classificação de investimento ("investment grade") da sua dívida de longo prazo pelas três principais agências internacionais de rating â Moodyâs, Standard&Poors (BBB-) e Fitch (BBB). Estas classificações são um forte sinal da solidez e crescimento do Banco e da sua capacidade de apoiar a economia portuguesa. O controlo do CaixaBank trouxe estabilidade acionista e robustez no capital, o que é um fator muito relevante para a vida do Banco e para as suas perspetivas futuras, mas nada se faria sem o contributo de toda a equipa do BPI. Quero acrescentar, com muito gosto, que as notações de rating alcançadas ficam também a dever-se aos resultados muito positivos da política de estabilização financeira conduzida pelas autoridades portuguesas nos últimos anos."
A melhoria das notações de rating pela Moodyâs, reflete também um enquadramento mais favorável à atividade bancária em Portugal, em consequência da progressiva recuperação económica, em conjugação com o reforço da solidez e melhoria do perfil de risco do Banco.