O dinamismo da economia e a robustez dos balanços das famílias refletem-se no dinamismo do mercado da habitação residencial, estando bem claro na evolução do nº de transações de habitação por ano. Apesar da tendência de aumento em paralelo com o ciclo de valorização, vemos que a proporção do valor das transações financiada por crédito à habitação (CH) é ainda modesta quando comparada com os níveis pré-troika.
O crescimento generalizado nos preços dos imóveis, juntamente com as condições de financiamento mais convenientes (devido ao ciclo de descida das taxas de juro) e uma política orçamental favorável (por exemplo, as isenções fiscais para a compra de casa própria por parte dos jovens), justificam o retorno a fortes ritmos de expansão do saldo vivo de crédito à habitação (CH).
Apesar do endividamento das famílias estar a aumentar em termos absolutos desde 2018 e o stock de CH a registar um crescimento significativo, este fenómeno não constitui, atualmente, um motivo de preocupação, pois de facto quando medido em percentagem do PIB (ou do rendimento disponível das famílias), o endividamento dos particulares tem diminuído.
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