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Castelo Branco e Guarda receberam os Encontros BPI Empresas

Mais de 130 gestores e empresários debateram projetos e estratégias para desenvolver o interior de Portugal.

Castelo Branco e Guarda receberam os Encontros BPI Empresas | Banco BPI

Castelo Branco e Guarda receberam os Encontros BPI Empresas | Banco BPI

Mais de 130 gestores e empresários debateram projetos e estratégias para desenvolver o interior de Portugal.

  • Mais de 130 gestores e empresários debateram projetos e estratégias para desenvolver o interior de Portugal, nomeadamente na área do turismo e do empreendedorismo.
  • Em Castelo Branco esteve em destaque o programa PROMOVE, uma iniciativa do BPI e da Fundação "la Caixa" para dinamização das regiões fronteiriças.

 
Nos dias 8 e 9 de outubro, o BPI reuniu mais de 130 empresários em Castelo Branco e na Guarda para discutir os desafios do desenvolvimento económico no interior de Portugal. A iniciativa "Encontros BPI Empresas" arrancou no ano passado e está a percorrer todos os distritos e regiões autónomas de Portugal para reforçar a proximidade às empresas e instituições.

Pedro Barreto, administrador do BPI responsável pela banca de empresas e institucionais, explicou, nos dois encontros, a importância do CaixaBank no crescimento do BPI.  O CaixaBank, acionista do BPI há 24 anos, que em 2018 passou a deter a totalidade do capital do Banco, "tem uma característica que o torna absolutamente único", destacou o executivo, "pois tem origem numa fundação, a Fundação "la Caixa" que é hoje a maior da Europa e a terceira maior do mundo".

Um dos princípios de atuação da Fundação "la Caixa" é levar a sua obra social aos territórios onde o Grupo CaixaBank desenvolve a sua atividade. Segundo Maria João Cabral, diretora de gestão territorial Portugal da Fundação "la Caixa", "a instituição devolve à sociedade, sob a forma de programas de ação social, os dividendos que recebe das suas participadas".

No segundo ano de atividade em Portugal, a Fundação "la Caixa" registou um aumento de 83% do investimento, passando para um orçamento global de 20 milhões de euros em 2019. Prevê-se que esta verba atinja os 50 milhões em 2022, com a intensificação da ação nas áreas social, de investigação, conhecimento e bolsas de estudo, e na cultura e educação. A Fundação "la Caixa", continua a gestora, "criou especialmente para Portugal o programa PROMOVE, para dinamização das regiões fronteiriças, tendo realizado já este ano a sua 2ª edição."

Foi precisamente o programa PROMOVE que esteve em destaque no encontro de Castelo Branco, enquadrado num debate sobre o desenvolvimento das regiões fronteiriças, perante uma plateia de mais de 100 gestores e empresários da região.

Maria Edite Fernandes, diretora executiva do Centro Ciência Viva da Floresta de Proença-a-Nova (CCV), explicou os objetivos do projeto "Monitorizar para decidir e valorizar". Esta iniciativa da CCV foi um dos cinco projetos-piloto apoiados pelo BPI e Fundação "la Caixa", no âmbito do Programa "Promove – Regiões Fronteiriças", lançado em junho de 2018. Esta distinção possibilitou ao CCV o desenvolvimento de um módulo interativo, integrado na sua exposição permanente, com informação sobre ocupação de uso de solo, inventário florestal, precipitação em tempo real e análise de anomalias, utilizando dados de satélite.

Apesar do posicionamento geográfico gerador de assimetrias quando comparado com o litoral, a vereadora da Câmara Municipal de Castelo Branco com os pelouros do Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento Económico, Cláudia Domingues Soares, enalteceu "as condições de localização e de acessos e qualidade de vida ímpar" da região. A autarca salientou a excelência dos produtos endógenos, o destino de turismo alternativo (natureza) e as iniciativas inéditas de empreendedorismo a nível nacional. A promoção do território como o "melhor local para se viver, trabalhar e investir" é fundamental na estratégia do executivo de "atração de investimento e de pessoas para a região."